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Top 5 melhores subwoofers ativos

O que deves reter

No dia em que liguei o meu primeiro sub num palco de bar, percebi a diferença ao primeiro kick. A sala respirou de outra forma. É preciso dizer que um subwoofer ativo não é um acessório a mais: é ele que alicercia todo o sistema. O problema é escolher entre os modelos. Um de 18 polegadas nem sempre convence mais do que um de 15 bem calibrado. Para te ajudar a orientares, selecionámos cinco subwoofers que conhecemos bem. Do compacto a baterias ao monstro de diligengs, aqui está o nosso comparativo.

Comparativo dos melhores subwoofers ativos

2500 W de pico em classe D|DSP 24 bits com ecrã LCD|Autónomo até 12 h em bateria|21 polegadas, graves até 29 Hz|18 polegadas, 133 dB SPL
SPL máx. 130 dB|Modo cardioide pronto a usar|Bluetooth integrado|1500 W ef. / 136 dB SPL|Bass Motion Control RCF
Presets + alinhamento de fase|Gestão 2.1 simplificada|Formato compacto e leve|DSP SysCore + app sem fios|Arrefecimento sem ventilador
Combo XLR/Jack + saídas XLR|Garantia 5 anos|Duplo 8 polegadas transportável|8 pegas, empilhamento seguro|Gabinete em bétula báltica robusto
Sem DSP avançado|15 polegadas menos extremo nos infra|Potência limitada a 400 W|Reservado a grandes sistemas|Sem Bluetooth
Sem modo cardioide||||

O TS12S tem um objetivo simples: dar-te uma base firme e limpa no fundo do espetro. Com a sua potência de pico de 2500 W em classe D e um SPL máximo de 130 dB, consegue preencher um bar ou uma sala pequena sem esforço.

O seu altifalante de 12 polegadas e o gabinete em MDF reforçam o impacto mantendo um formato transportável. Os presets de uso e o alinhamento de fase permitem integrá-lo rapidamente com as colunas principais, sem complicações.

É um excelente ponto de partida para DJs, bandas e prestadores de serviços que querem um sub fiável e versátil. O suporte de 36 mm permite até montar uma coluna em mástil para um sistema compacto.

Pontos fortes

  • 2500 W de pico em classe D
  • SPL máx. de 130 dB
  • Presets + alinhamento de fase
  • Formato compacto (25,9 kg)

Pontos fracos

  • Sem DSP avançado
  • Sem modo cardioide
    Bom saber

    A potência de pico anunciada não corresponde à potência útil em contínuo. O valor RMS, mais baixo, reflete melhor a realidade em palco. Um equipamento de 2500 W de pico fica muitas vezes entre os 600 e os 700 W em uso sustentado.

O Sonar 115 Sub D aposta na inteligência em vez da desmesura. O seu altifalante de 15 polegadas e a potência de pico de 1500 W entregam uma base de graves limpa, legível e surpreendentemente musculada para o formato.

O verdadeiro trunfo é o seu DSP 24 bits com ecrã LCD. Acedes aos presets, ao Bass Boost, à frequência de corte e ao delay em segundos. E sobretudo, o modo cardioide configura-se sem cálculos: até 34 dB de atenuação atrás do palco.

Com duas unidades, montas um sistema 2.1 limpo num instante. É a escolha dos prestadores que querem um plug & play fiável, tanto em clube como em exterior com restrições de vizinhança.

Pontos fortes

  • DSP 24 bits com ecrã LCD
  • Modo cardioide em segundos
  • Gestão 2.1 simplificada
  • Garantia 5 anos após registo

Pontos fracos

  • O 15 polegadas não desce tão baixo como um de 18
    Dica

    O modo cardioide projeta os graves para a frente e cancela-os atrás. Prático para poupar os teus colegas de palco e ganhar clareza. Com dois subs, é muitas vezes o ajuste que muda tudo numa sala pequena.

O ThumpSub GO joga noutra liga: a da mobilidade total. O seu duplo altifalante de 8 polegadas cabe num formato próximo de uma mala, com pega e um peso contido de 18,9 kg.

A sua verdadeira marca é a autonomia em bateria: até 6 horas com uma bateria, e até 12 horas com duas. A substituição a quente evita cortes a meio do set. Junta o Bluetooth e lanças uma playlist sem um único cabo.

É o aliado dos DJs móveis, aulas de dança, animações e locais sem acesso à corrente. Pões, ligas até duas colunas e tens um sistema limpo com um grave real.

Pontos fortes

  • Até 12 h em bateria
  • Bluetooth integrado
  • Verdadeiramente compacto e leve
  • Substituição a quente das baterias

Pontos fracos

  • Potência limitada a 400 W

Aqui mudamos de categoria. O ICOA Sub Pro 21 A alinha um altifalante de 21 polegadas a neódimio de grande excursão que desce até 29 Hz. Não o ouves apenas — sentes-o no peito.

O seu amplificador classe D de 1500 W eficazes (3000 W de pico) atinge 136 dB SPL com uma bela reserva dinâmica. O DSP SysCore gere filtros FIR/IIR, EQ de 4 bandas e delay até 50 m. A app gratuita controla tudo sem fios.

Apesar do gabarito, continua a ser transportável: 562 mm de largura, 8 pegas e empilhamento seguro. É o sub dos festivais, clubes e grandes palcos que querem um grave espetacular mas controlado.

Pontos fortes

  • 21 polegadas, graves até 29 Hz
  • 1500 W ef. e 136 dB SPL
  • DSP SysCore + controlo sem fios
  • 8 pegas e empilhamento seguro

Pontos fracos

  • Sobredimensionado para salas pequenas
    Dicas de profissional

    Para alinhar o teu sub com as colunas principais, trabalha o ajuste de fase e o delay. Um sub mal alinhado cancela uma parte dos graves por efeito de fase. Inverte a polaridade e ouve: se o kick ganhar impacto, encontraste o ajuste certo.

O Sub 708-AS MK3 tem a assinatura RCF, marca adorada pelos engenheiros de som pela relação peso/SPL. O seu altifalante de 18 polegadas e o amplificador classe D de 1400 W de pico (700 W RMS) produzem um grave profundo e reativo, até 133 dB SPL.

A sua tecnologia Bass Motion Control cartografa o comportamento do altifalante para limitar apenas as excursões excessivas. Resultado: um grave mais fiel e extenso, sem os efeitos de fase dos filtros passa-baixo clássicos.

O arrefecimento por convecção, sem ventilador, garante o silêncio em palco. Com o gabinete em bétula báltica e o suporte M20, é o companheiro ideal dos prestadores em salas pequenas e médias.

Pontos fortes

  • 18 polegadas e 133 dB SPL
  • Bass Motion Control assinado RCF
  • Arrefecimento sem ventilador
  • Gabinete em bétula báltica robusto

Pontos fracos

  • Sem Bluetooth nem app

    FAQ – Como escolher bem o teu subwoofer ativo

    Qual é a diferença entre um subwoofer ativo e um passivo?

    Um subwoofer ativo integra o seu próprio amplificador: ligas-o diretamente à mesa ou à interface. Um subwoofer passivo precisa de amplificação externa. O ativo ganha em simplicidade, ideal para DJs e prestadores nómadas.

Que tamanho de altifalante escolher num sub?

Para um bar ou um DJ set móvel, um 12 ou 15 polegadas chega largamente. Para um palco médio a grande, aponta para um 18 polegadas. O 21 polegadas é reservado a festivais e grandes sistemas que reclamam infrassom.

Para que serve o modo cardioide num subwoofer?

O modo cardioide concentra os graves em direção ao público e atenua-os atrás do palco. Resultado: mais clareza em palco e menos perturbação para a vizinhança. Geralmente são precisos dois subs para aproveitar ao máximo esta função.

Um subwoofer a bateria tem mesmo potência suficiente?

Um sub a bateria como o Mackie ThumpSub GO privilegia a mobilidade em relação à potência bruta. Garante uma base de graves limpa para pequenas prestações e locais sem corrente, mas não substitui um grande sub de diligengs.

Como alinhar o subwoofer com as colunas principais?

Usa os ajustes de fase, de delay e a frequência de corte do sub. Um sub mal alinhado cancela parte dos graves. Muitos modelos oferecem um DSP com presets para calibrar tudo em segundos.

Como escolher bem o teu subwoofer ativo

Antes de te decidires, faz uma pergunta simples: para que uso? Um DJ móvel e um prestador de festival não têm as mesmas necessidades. O subwoofer ativo certo é o que se adapta ao teu contexto, não o que apresenta o número mais impressionante.

O diâmetro do altifalante

É o primeiro critério. Um 8 polegadas é compacto e nómada. Um 12 ou 15 polegadas cobre a maioria dos bares e salas pequenas. Um 18 polegadas desce mais baixo e preenche um grande palco. O 21 polegadas visa o infrassom dos festivais. Quanto maior o diâmetro, mais profundo o grave — mas também mais peso e volume.

Potência, SPL e DSP

Não te fies só na potência de pico. Olha para o SPL máximo (o nível sonoro real) e o valor RMS. Um DSP integrado muda tudo: presets, EQ, delay e modo cardioide poupam-te muito tempo na montagem. Num sistema que viaja, estes ajustes valem ouro.

O conselho Woodbrass

É preferível um sub bem dimensionado para a tua sala do que um monstro que não consegues transportar sozinho. Pensa também no peso e no número de pegas antes de comprar. Um sub demasiado pesado acaba muitas vezes esquecido no armazem, nunca em palco.

Transporte e conectividade

Um sub é para transportar. Verifica o peso, as pegas e a possibilidade de adicionar rodas. Em termos de ligações, as entradas combo XLR/Jack e as saídas XLR para encadear colunas continuam a ser o padrão. O Bluetooth poupa tempo quando queres lançar uma ambiância rapidamente.

O nosso veredicto sobre este comparativo

Não há um único vencedor: cada subwoofer ativo deste top brilha no seu domínio. O Alto TS12S continua a ser a aposta segura e versátil. O HK Audio Sonar 115 seduz pelo DSP e o cardioide inteligente. O Mackie ThumpSub GO vence na corrida da mobilidade. O LD Systems ICOA 21 entrega o infrassom dos grandes palcos. E o RCF 708-AS traz a fiabilidade de diligengs que os profissionais procuram. Identifica o teu uso, a tua sala e o teu orçamento, e depois avança.

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